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	<title>Dicas Aluminio</title>
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	<description>O Portal do Serralheiro</description>
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		<title>A diferença entre serralheria e fábrica de esquadrias</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Jan 2015 00:08:14 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Serralheria]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>As <a href="http://www.telelistas.net/br/esquadrias"><strong>empresas de esquadrias</strong></a> são classificadas de acordo com seu porte, sendo considerada uma empresa de micro e pequeno porte como <strong>serralheria</strong>, uma empresa de médio porte como <strong>fábrica de esquadrias</strong> e uma empresa de grande porte como<strong>indústria de esquadrias</strong>.</p>
<p>Para enquadrar as empresas nessas definições são analisados os seguintes itens:</p>
<p><strong>Capacidade técnica:</strong> porte físico da empresa, tamanho da área útil de trabalho, instalações, equipamentos, quantidade de clientes que atende.</p>
<p><strong>Capacidade financeira:</strong> ativos da empresa, patrimônio, faturamento médio mensal, volume médio mensal de alumínio processado.</p>
<p><strong>Capacidade de Prospecção Comercial:</strong> tempo de atuação no mercado, atuação geográfica, probabilidade de negócios, número de funcionários, solidez operacional.</p>
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		<title>O que são esquadrias?</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Jan 2015 00:06:30 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Serralheria]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O termo <a href="http://www.telelistas.net/br/esquadrias"><strong>esquadria </strong></a>é usado para designar os objetos utilizados para vedar os vãos das construções, proporcionando ao usuário a opção de fechar ou abrir o acesso ao ambiente. As <strong>portas e janelas</strong> são as esquadrias mais utilizadas, mas também é possível encontrar nas serralherias modelos de <strong>grades</strong>, <strong>guarda-corpos, telas, portões, brises, cobogós</strong>, entre outros. O <strong>custo com esquadrias</strong> compreende de 9% a 18% do custo total de uma <strong>obra</strong>.</p>
<p>Para que a instalação de uma esquadria seja feita satisfatoriamente, é preciso verificar se os vãos estão preparados para receber os <strong>batentes</strong>, apresentando superfície plana e um espaço de 10mm a 15mm de cada lado. O contrapiso também deve estar finalizado.</p>
<p>Antes de fixar as esquadrias com parafusos, é importante observar a alvenaria da parede, verificando a posição dos blocos com argamassa. Durante a instalação, é importante assegurar que os parafusos atinjam os blocos e fiquem firmes.</p>
<p>No caso das <strong>esquadrias afixadas com espuma de poliuretano</strong>, deve-se observar se o chapiscamento é adequado, garantindo a limpeza da área. Depois da instalação, recomenda-se remover os excessos para garantir um melhor acabamento.</p>
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		<title>Principais equipamentos da serralheria</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Jan 2015 00:04:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Veja abaixo <strong>os principais <a href="http://www.telelistas.net/br/materiais+para+serralherias">materiais para serralheria</a></strong>:</p>
<p><strong>Máquina de Corte:</strong> Também conhecida como Serra de Disco ou Policorte, a máquina de corte realiza o corte das peças através de um disco especial. As melhores máquinas de corte são as que possuem mecanismo automático e cabeça dupla, com sistema de corte com avanço frontal do disco.</p>
<p><strong>Fresa de Topo ou Entestadeira:</strong> máquina utilizada para fazer entalhes, cortes ou desabes nas extremidades dos perfis de metal, garantindo o acabamento da esquadria. As entestadeiras mais modernas sãs as que possuem cabeça dupla, que trabalham paralelamente.</p>
<p><strong>Fresa Copiadora ou Pantógrafo:</strong> equipamento utilizado para produzir furos, onde serão encaixadas as fechaduras, por exemplo. O pantógrafo permite copiar o mesmo tamanho e forma do furo diversas vezes, criando um padrão no perfil da esquadria.</p>
<p><strong>Estampo:</strong> Os estampos são ferramentas destinadas à fabricação em série de peças, através de operações de corte, dobra e repuxo, transformando uma chapa plana e formando o produto final, que pode ter várias formas geométricas. Existem estampos manuais e pneumáticos.</p>
<p><strong>Curvadeira:</strong> máquinas utilizadas para moldar perfis para esquadrias, proporcionando um aspecto arredondado.  A curvadeira possui três carretéis dispostos em um triângulo, onde o perfil é submetido. A cada passada do perfil, o carretel do meio é apertado e o perfil vai tomando forma em curva. Os carretéis são feitos em nylon, em variados tamanhos.</p>
<p>Além das máquinas principais, a serralheria também deve contar ferramentas como<strong>mesas métricas, mesas vazadas, mesas de corte, bancada de ferramentas, furadeiras, rebitadeiras, chaves, martelos, marteletes, morsas e revólveres de aplicação</strong>, além de <strong>Equipamentos de Proteção Individual (EPI’s)</strong>, que devem ser utilizados pelos serralheiros.</p>
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		<title>O que faz um serralheiro</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Jan 2015 00:02:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Oportunidades]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="http://www.telelistas.net/br/serralheiros"><strong>serralheiro </strong></a>é o profissional que trabalha na serralheria, desenvolvendo cortes, furações e soldas em metais como ferro e alumínio, produzindo peças como portas, janelas, grades e esquadrias. Muitas oficinas e empresas exigem que o serralheiro possua formação em curso técnico, onde ele aprende técnicas como <strong>dobras e soldagens de produtos metálicos</strong>, elaborar orçamentos e diminuir desperdícios. Os serralheiros devem possuir conhecimento básico de desenho técnico e de cálculos matemáticos, devem compreender o funcionamento das diversas máquinas utilizadas e conhecer noções de segurança no trabalho, utilizando Equipamentos de Proteção Individual (EPIs).</p>
<p>Nas serralherias, o serralheiro é o responsável por:</p>
<p><strong>Inspeção de materiais:</strong> assim que os feixes de perfis metálicos chegam à serralheria, o serralheiro deve realizar uma inspeção, observando a qualidade da embalagem ( que não deve estar violada), a disposição dos perfis no veículo de transporte, a posição dos pacotes, o tamanho, a forma e o desenho do material, a cor de sua pintura, o aspecto do material, seu acabamento, planicidade e possíveis riscos, trincos e marcas de batidas.</p>
<p><strong>Armazenagem de materiais:</strong> Após a inspeção, o material pode ser armazenado em prateleiras, que devem estar envolvidas em materiais que protejam as barras de metal, como borracha ou feltro.</p>
<p><strong>Corte de materiais:</strong> O serralheiro corta os perfis de metal de acordo com a peça que vai ser produzida, sempre priorizando a precisão, que interfere diretamente na qualidade da peça, utilizando as máquinas de corte e trenas. Além disso, os serralheiros também realizam desabes, entalhes, furos e rasgos nos perfis, feitos com o auxílio de máquinas como o estampo e o pantógrafo.</p>
<p><strong><a href="http://www.telelistas.net/br/esquadrias">Montagem de esquadrias</a>: </strong>A montagem das esquadrias, na maioria das vezes, ainda é feita de forma manual, exigindo muito cuidado com a segurança. As peças deve ser unidas de forma que haja um encaixe perfeito entre elas. Para que isso ocorra, podem ser utilizados acessórios como borrachas, roldanas, escovas, guias, guarnições, encostos, fechos e vidros.</p>
<p><strong>Construção de protótipos:</strong> os protótipos são indicados, principalmente, na produção de peças complexas e em grande escala. Antes de cortar todos os perfis, o teste é realizado cortando e montando os perfis necessários para uma peça, verificando se as medidas estão corretas e se estão com perfeito ajuste.</p>
<p><strong>Transporte de peças:</strong> No momento de entregar a esquadria pronta ao cliente, o serralheiro deve acomodar as esquadrias verticalmente no veículo, lado a lado, separadas com papelão ou jornal e amarradas com cordas de nylon ou cizal, com a finalidade de evitar atritos, arranhões e empenamentos.</p>
<p><em>Fonte:<a href="http://www.serralheiro.etc.br/dicas/o-que-faz-um-serralheiro">http://www.serralheiro.etc.br/dicas/o-que-faz-um-serralheiro</a></em></p>
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		<title>Como montar uma serralheria</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Jan 2015 23:58:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Oportunidades]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Nos últimos anos, fatores positivos do empreendedorismo nacional vêm colaborando para a realização do desejo que atinge grande parte das pessoas: ter o negócio próprio. E a área de serralheria pode ser um ótimo negócio para iniciar sua carreira como empreendedor. Além disso, por se tratar de uma atividade específica, traz a possibilidade de trabalhar diretamente com o consumidor final, dando maior autonomia e flexibilidade.</p>
<p>Se você quer realizar esse sonho, acompanhe a seguir as principais etapas para ter a sua serralheria e dicas para que seja um sucesso.</p>
<p><strong>O negócio</strong></p>
<p>A maioria das empresas do setor de serralherias trabalha por ordem de serviços, ou seja, por encomenda, sendo que seus principais consumidores são pessoas físicas e a indústria da construção civil. É importante que você conheça muito bem a parte técnica do negócio, além de ser recomendável que a empresa trabalhe com a produção de artigos diversificados. Também é fundamental que se tenha percepção do mercado para o que se pretende fabricar. Por melhor que seja o produto, ele só será vendido se houver uma necessidade do público.</p>
<p><strong>Local e estrutura</strong></p>
<p>Para o funcionamento do negócio é necessário um espaço físico que permita instalar e fixar o maquinário utilizado na fabricação dos produtos e, se possível, uma sala para a administração e atendimento aos clientes, além de banheiros para os funcionários. Recomenda-se que o local tenha boa iluminação natural, dispensando o uso de luz elétrica durante o dia, o que diminui os custos fixos da empresa. Outro detalhe importante é quanto à organização da área de trabalho, que deve estar sempre limpa após o uso dos equipamentos. Também é aconselhável reservar um espaço para separação dos restos de materiais e outro para acomodar o estoque.</p>
<p><strong>Funcionários</strong></p>
<p>Além de treinados e possuir bons conhecimentos técnicos, os colaboradores devem ser criativos e instruídos a prestarem um bom atendimento aos clientes. Providenciar uniformes para a equipe também é importante, pois permite a identificação dos funcionários e é vantajoso para a imagem da empresa.</p>
<p><strong>Equipamentos, produtos e serviços</strong></p>
<p>De acordo com a Classificação Nacional de Atividade Econômica – CNAE, a atividade de serralheria compreende a fabricação de:</p>
<p>&#8211; Cadeados, fechaduras e guarnições; ferragens para construção, móveis, bolsas, malas; dobradiças, trincos e lâminas para chaves; conexões, joelhos, luvas e outros artefatos para encanamentos confeccionados em serralherias; e artefatos diversos de serralheria e caldeiraria leve.</p>
<p>Já a fabricação de esquadrias de metal compreende:</p>
<p>&#8211; Esquadrias de metal (portões, marcos e batentes, grades, portas metálicas onduladas, portas corta-fogo, etc.) ;</p>
<p>&#8211; A instalação de esquadrias metálicas quando realizada pelo próprio fabricante.</p>
<p>A dica é, além desses serviços, diferenciar-se do mercado e fabricar produtos alternativos, como móveis, luminárias, artigos de decoração, entre outros. Diversificar a produção ajuda e muito a conquistar novos clientes e colabora para um maior faturamento da empresa. Porém, a escolha dos produtos a serem fabricados dependerá da definição do público alvo que se pretende atingir e da região. Uma serralheria próxima a residências, por exemplo, deve procurar atender principalmente o público residencial, ao contrário de uma que está localizada perto de indústrias, atendendo, assim, as empresas da região.</p>
<p>Os equipamentos de segurança protegem os funcionários que trabalham com soldas e devem ser itens essenciais nas serralherias. São eles: máscara de respiração em caso de soldagens em ambientes sem ventilação, máscara com filtro contra radiação, luvas, avental, sapatos e touca de proteção.</p>
<p>Para você conferir a lista de ferramentas e máquinas necessárias para o funcionamento de uma serralheria, clique nos links abaixo:</p>
<p><a href="https://www.profissionaldoaco.com.br/application/upload/arquivos/1771413767201372918194.pdf" target="_blank">Listagem de ferramentas</a></p>
<p><a href="https://www.profissionaldoaco.com.br/application/upload/arquivos/17714137672013729181952.pdf" target="_blank">Listagem de máquinas</a></p>
<p><strong>Produção</strong></p>
<p>As etapas do processo de produção são: medição, corte do material, montagem, acabamento, solda, pintura e colocação/instalação.</p>
<p><strong>Transporte</strong></p>
<p>Os produtos acabados podem ser transportados pela empresa, por terceiros ou pelo próprio consumidor. É importante que os produtos estejam seguros e protegidos contra danos no momento do transporte, para que cheguem a seu destino em perfeitas condições.</p>
<p><strong>Marketing e divulgação</strong></p>
<p>Para divulgar os trabalhos, a dica é elaborar um catálogo com os artigos fabricados pela serralheria, dando oportunidade para os clientes visualizarem os produtos. Também é aconselhável o desenvolvimento de um site, com informações de produtos, catálogo, local e contato da empresa.</p>
<p>Além dessas informações, saiba que o ramo de serralherias é definido pela alta competitividade. Por isso, boa qualidade, preços justos e conhecimento técnico são fatores que colaboram para a evolução e sucesso da empresa. Vale destacar, também, o atendimento rápido e eficaz aos clientes, assim como o cumprimento dos prazos de entrega. Siga essas dicas e bons negócios!</p>
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		<title>ESQUADRIAS de alumínio manutenção…portas e janelas!</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Jan 2015 23:56:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Manutenção]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<h2><strong>Cuidados de Uso</strong></h2>
<p>Evite danos à sua esquadria e aumente sua durabilidade seguindo as instruções a seguir:</p>
<p>Não apóie escadas ou outros objetos na sua superfície; não deixe respingar sobre as esquadrias tinta, cal, ácidos, cimento ou gesso.</p>
<p>Caso isso aconteça, limpe imediatamente com pano úmido e logo após com flanela seca.</p>
<p><strong>Limpeza e Conservação</strong></p>
<p>Para que as esquadrias de alumínio se mantenham como novas, e em perfeito funcionamento, observe atentamente as seguintes observações:</p>
<p>1. A limpeza das esquadrias deverá ser feita com uma solução de água e detergente neutro, com auxílio de esponja ou pano macio, observando os intervalos de tempo abaixo:</p>
<p>no mínimo a cada 12 meses em zona urbana ou rural</p>
<p>no mínimo a cada 03 meses em zona maritíma ou industrial</p>
<p>2. Regularmente, limpe os trilhos das portas e janelas de correr, evitando assim o acumulo de poeira que com o passar do tempo pode danificar o desempenho das roldanas</p>
<p>3. Não usar em hipótese nenhuma fórmulas de detergentes com saponáceos, esponjas de aço ou qualquer outro material abrasivo</p>
<p>4. Não usar produtos ácidos ou alcalinos – sua aplicação poderá manchar a anodização e tornar a pintura opaca</p>
<p>5. Não utilizar objetos cortantes ou perfurantes para auxiliar na limpeza dos “cantinhos” de difícil acesso.<br />
Essa operação pode ser feita com o auxílio de um pincel com cerdas macias.</p>
<p>6. Não usar produtos derivados de petróleo (vaselina, removedor, thiner, etc.).<br />
Os derivados de petróleo possuem componentes que atraem partículas de poeira que agem como abrasivos, reduzindo em muito a vida do acabamento superficial do alumínio.<br />
De outro lado, os derivados de petróleo podem ressecar plásticos e borrachas fazendo com que percam a sua ação vedadora.</p>
<h2>Manutenção</h2>
<p><img class="alignright size-full wp-image-28848" title="porta Balcao Sasazaki" src="http://www.fazfacil.com.br/wp-content/uploads/2012/08/portaBalcaoSasazaki.jpg" alt="" width="133" height="200" />Procedimentos para limpeza:</p>
<p>&#8211; para retirar poeira, passe apenas flanela ou pano macio, seco;</p>
<p>&#8211; para remover fuligem, limpe com água quente e seque com pano macio;</p>
<p>&#8211; para limpar sujeira ou detritos de pássaros, lave com água e sabão de coco, enxaguando e secando;</p>
<p>&#8211; para remover respingos de tinta a óleo, graxa ou massa de vedação, passe um solvente tipo Varsol;</p>
<p>&#8211; limpe periodicamente;</p>
<p>&#8211; nunca empregue qualquer tipo de palha de aço;</p>
<p>&#8211; após a limpeza, por qualquer dos métodos acima, é aconselhável a aplicação de uma camada de cera líquida ou removedores à base de cera;</p>
<p>&#8211; não se deve remover, em qualquer hipótese, as massas de vedação aparentes (mastiques elásticos) aplicadas nas esquadrias e em suas junções com o revestimento externo.</p>
<p>Se futuramente ocorrer, por má utilização ou limpeza inadequada, qualquer defeito de funcionamento, ligue para a firma executora das esquadrias de alumínio do edifício, que é especializada neste assunto.</p>
<p>Observe atentamente as canaletas entre os trilhos das portas de correr das esquadrias de alumínio, conservando-as sempre limpas e desobstruídas, a fim de evitar que o seu entupimento, em dias de chuva, provoque retorno de água e ocasione infiltrações laterais nas portas, manchando a parte inferior das paredes.</p>
<p>Verifique periodicamente as gaxetas e fixações, procurando oferecer sempre a manutenção adequada, objetivando manter a integridade do conjunto.</p>
<p>Em virtude do agressivo meio onde se encontram colocadas e das intensas variações térmicas a que são submetidas, as juntas entre as esquadrias e o revestimento externo, bem como a massa de vedação dos vidros, devem ser semestralmente revisadas com mastique elástico (massa de vedação) apropriado, a fim de se evitar infiltrações indesejáveis.<br />
Essa massa de vedação não deverá ser removida em caso algum.</p>
<p>Os locais previstos para a instalação de aparelhos de ar condicionado são fechados com vedação de alumínio e vidro para evitar entrada de água de chuva.<br />
Tenha o máximo cuidado quando da colocação do aparelho, a fim de não destruir a vedação existente.<br />
O colocador do aparelho deve ter o cuidado de instalar um tubo extravasor da água de condensação do ar condicionado de modo que não infiltre para dentro do apartamento (na direção da esquadria)</p>
<h6>fonte: Agenco</h6>
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		</item>
		<item>
		<title>O que é anodização?</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Jan 2015 23:33:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Pintura e Anodização]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<h2 class="cinza">A anodização envolve a passagem de uma corrente elétrica através de uma solução eletrolítica entre uma carga positiva anodo, o item anodizado, e uma carga negativa de cátodo</h2>
<div class="fonteMaior conteudoMateria">
<p class="margin0"><strong>Anodização</strong> é um tratamento de superfície de proteção e decorativo usado para melhorar as qualidades de trabalho e apelo visual de itens feitos de uma variedade de <strong>metais</strong>, incluindo <strong>ligas de alumínio</strong>, <strong>zinco </strong>e <strong>titânio</strong>. O tratamento envolve a manipulação das camadas de óxido natural nos metais para produzir uma película tornando os metais mais grossos e mais duráveis.</p>
</div>
<div id="principal" class="flutuar">
<div class="fonteMaior conteudoMateria"><strong><img title="O que é anodização?" src="http://www.mecanicaindustrial.com.br/images/conteudos/o-que-e-anodizacao.jpg" alt="O que é anodização?" width="200" height="200" align="left" /></strong>Estas camadas realçadas de óxido emprestam qualidades aumentadas, como o aumento da resistência ao desgaste e à corrosão e fornecem superfícies que são mais receptivas a tintas, corantes e adesivos. Quando aplicado levemente, filmes anodizados também tendem a causar interferência da luz, resultando em padrões de superfícies atraentes e efeitos multicoloridos. Além de melhorar o desgaste e resistência à corrosão oferecido por anodização, as peças tratadas também são menos inclinadas a apresentar arranhões nas superfícies de fricção.<strong>Formação de óxido nas superfícies dos metais</strong> é um fenômeno natural que resulta da exposição ao oxigênio e a umidade do ar. Embora a oxidação em metais ferrosos, também conhecida como ferrugem, possa causar a eventual destruição do material, metais como ligas de alumínio, zinco, titânio, magnésio e tântalo podem se beneficiar de uma camada de óxido. Se manipulado para ser grosso o suficiente, esta camada oxidante pode oferecer corrosão e desgaste nas propriedades resistentes desses metais. Este é o princípio que sustenta a anodização, processo utilizado para dar acabamento protetor e atraente em muitos artigos de metais não ferrosos.</p>
<p>A anodização é um processo que envolve a passagem de uma corrente elétrica através de uma solução eletrolítica entre uma carga positiva anodo, neste caso o item anodizado, e uma carga negativa de cátodo. Esta reação resultante muda a estrutura cristalina da superfície do ânodo e faz com que uma camada de óxido seja depositada sobre ela que é conhecida como um processo de passivação eletrolítica.</p>
<p>As características deste filme de óxido podem ser manipuladas durante este processo, permitindo assim um alto grau de controle sobre o resultado final. Geralmente as camadas sintetizadas são mais robustas do que aquelas que ocorrem naturalmente. Por uma questão de interesse, o papel desempenhado pelo anodo é a fonte do nome anodização.</p>
<p>As camadas de <strong>óxido anodizado </strong>são geralmente bastante porosos por natureza e requerem a aplicação de um selante para garantir a máxima proteção contra corrosão e resistência ao desgaste. Aderência do filme ao metal é muito mais forte que o chapeamento convencional ou a pintura, fazendo assim com que o acabamento anodizado seja particularmente mais durável.</p>
<p>Esta durabilidade oferece uma excelente base para a aplicação de pós-tratamento de tintas e corantes, com acabamentos anodizados coloridos exibindo longevidade excepcional mesmo com o uso contínuo. Anodização também ajuda a evitar o desgaste com fricção, de peças roscadas ou deslizamento em seus pontos de atrito.</p>
</div>
<p id="autorMateria"><a class="cinza" href="http://www.mecanicaindustrial.com.br/autor/3-roberta-gouveia" rel="author">Roberta Gouveia </a></p>
</div>
</blockquote>
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		</item>
		<item>
		<title>Anodização&#8230;ou pintura?</title>
		<link>http://www.grupocemv.com.br/web/?p=5</link>
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		<pubDate>Tue, 06 Jan 2015 23:28:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Pintura e Anodização]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.grupocemv.com.br/web/?p=5</guid>
		<description><![CDATA[]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Fonte:<a href="http://www.revistaaluminio.com.br/recicla-inovacao/28/artigo228171-1.asp">http://www.revistaaluminio.com.br/recicla-inovacao/28/artigo228171-1.asp</a></em></p>
<p>Conheça as novas cores e texturas do tratamento de superfície e aprenda, com base em aspectos técnicos, a escolher entre as diferentes opções</p>
<p>O mercado nacional oferece hoje centenas de novas opções: cores especiais nos anodizados, imitação de aço inox, efeito madeira, tintas texturizadas, pigmentos ultrafoscos, novos tons de branco, outras propostas de polimento. No que depender estritamente de beleza, arquitetos e engenheiros podem ousar à vontade, porque hoje a indústria nacional é capaz de produzir tudo o que lá fora é moda no que diz respeito a anodização ou pintura, as duas formas de obter proteção e efeito decorativo para o perfil de alumínio. No entanto, não apenas de beleza ou preço deve ser feita essa escolha. Critérios técnicos, que você vai conhecer aqui, também devem pautar essa decisão e ajudá-lo a exigir do fabricante etapas que garantam a alta performance do acabamento.</p>
<p>A anodização é bem mais tradicional no Brasil, já que está integrada aos processos produtivos desde a década de 1960. A pintura chegou por aqui há cerca de 20 anos. Nos últimos anos, porém, a pintura ganhou mercado rapidamente, especialmente na construção civil, no Sul e Sudeste. Estima-se que, por aqui, a pintura tenha 60% desse mercado, impulsionado principalmente pelos empreendimentos residenciais. No Nordeste, o anodizado fosco natural é ainda prevalente. E, em âmbito nacional, eles se equiparam em percentuais médios – cerca de 47,5% cada, com outros 5% ainda trabalhando sem tratamento.</p>
<p>Seja com a pintura ou a anodização, o tratamento de superfície é indispensável. Um perfil do metal que não receba nenhum tratamento, depois de alguns meses assume aspecto escuro, manchado. Antes mesmo da função embelezadora, portanto, o acabamento tem como função garantir que o material permaneça íntegro, garantindo durabilidade.</p>
<table border="0" width="292" cellspacing="0" cellpadding="5" align="right">
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<td width="292"><img title="divulgação/VM-CBA" src="http://www.revistaaluminio.com.br/recicla-inovacao/28/imagens/i292408.jpg" alt="divulgação/VM-CBA" width="292" height="208" name="[i292408]" /></td>
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<td><span style="font-size: xx-small;">Perfis anodizados em processo Multicolor, da VM-CBA: tecnologia italiana aprimorada no Brasil</span></td>
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</tbody>
</table>
<p><strong><span style="color: #999999;">Anodização </span></strong><br />
O tratamento por anodização é um processo químico, feito em banhos à base de ácidos e uso de corrente elétrica, que forma uma proteção transparente, isolante elétrica e resistente de óxido de alumínio. Por ser formado a partir dessa reação química do metal, a camada fica perenemente integrada ao perfil – diferentemente da pintura, que se trata de uma camada de depósito de polímero.</p>
<p>Essa característica traz uma das diferenças técnicas entre os tratamentos: a resistência a atritos acidentais. “O material anodizado tem maior resistência porque a proteção está incorporada à matriz metálica. Mas isso se refere unicamente a atritos involuntários, porque nenhum dos tratamentos deve proteger contra tentativas de danificar o material”, explica João Graciolli, engenheiro responsável pela área de tratamento de superfície e acabamento da VMCBA (Companhia Brasileira de Alumínio).</p>
<p>Para que o material resista à oxidação, o ambiente em que será aplicado o perfil também deve ser considerado. Para isso, o mercado oferece três diferentes espessuras de camada anódica, adequadas a ambientes com maior ou menor agressividade. Segundo a norma técnica que regulamenta a anodização (NBR 12609), a menos espessa aceita é a chamada classe A13, que tem de 11 a 15 mícrons de óxido, adequada para instalações em ambiente urbano ou rural. Já a classe A18 (16 a 20 microns) é ideal para o litoral, para suportar o poder corrosivo da maresia.</p>
<p>Ao aumentar a espessura da camada, por meio de banhos até 50% mais extensos, o processo altera o preço final. “O preço da anodização aumenta cerca de 20% a cada salto de categoria da camada anódica”, diz Claudio Martins, gerente comercial da Anobril, que oferece diferentes tipos de anodização e a pintura branca brilhante.</p>
<p>Outro aspecto a considerar é a durabilidade. “Se a construção quer durar 50 anos expondo o perfil aos raios solares intensamente, vale pensar em uma anodização de camada bem espessa ou mesmo feita com produtos resistentes aos raios ultravioleta. Na pintura, o poliéster também é muito estável, mas tem de escolher bem o pigmento e as boas marcas”, diz o engenheiro Jairo Lisboa, consultor de cobertura e estrutura metálica da Makal.</p>
<p>Embora o assunto seja ainda pouco pesquisado, um estudo conduzido por uma empresa americana, na Flórida, submeteu perfis com diferentes tratamentos, a um ambiente atmosférico considerado muito agressivo e os envelheceu por 25 anos. “Nessa pesquisa, sob as condições agressivas, a pintura com tinta convencional foi a que teve menos resistência, de 10 anos. O anodizado teve 15 anos. Depois desse período, começou uma leve degradação. Já a pintura com PVDF [<em>um tipo especial de tinta, também contemplado pelas normas brasileiras</em>], estava intacta ao fim do estudo”, conta Arimatéia Nonato, gerente de engenharia e desenvolvimento de produto da Belmetal.</p>
<p>A experiência nacional, porém, não registra desgaste do anodizado, nem mesmo a longo prazo. “No pintado, eu dou garantia de 12 anos, mas no anodizado posso dizer que a durabilidade é vitalícia”, avalia Guilherme Simoceli, da Olga Color.</p>
<p align="center"><strong><span style="color: #999999;">Pré-tratamento adequado garante a adesão da tinta ao perfil, evitando possíveis desplacamentos e até o descolamento de uma folha de vidro fixada à esquadria</span></strong></p>
<p><strong><span style="color: #999999;">Cores do anodizado</span></strong><br />
Além do fosco natural e do fosco ácido, o preto e os tons de bronze já são também tradicionais. Novos no Brasil, os anodizados coloridos começam a ganhar espaço, especialmente em obras de alto padrão e na indústria moveleira. A VM-CBA investiu pesado na criação de uma nova planta que produzisse a linha Multicolor, tecnologia italiana, desenvolvida na empresa em parceria com a Italtecno. Só na nova unidade de anodização, foram R$ 50 milhões dos R$ 243 milhões do projeto todo de ampliação da oferta de serviços.</p>
<p>Para chegar nas oito novas cores da VMCBA (titânio, vinho, azul-marinho, azul-escuro, aço inox, cinza-escuro, verde e verde-amarelado), há um rígido controle de processos, especialmente de temperatura e químicos. Isso porque, para obter a coloração especial do anodizado, há acréscimo de uma etapa química, após a anodização, dedicada a modificar a estrutura do fundo dos poros da camada de óxido, uma alteração da microestrutura que permite a reflexão diferente dos raios de cores.</p>
<p align="center"><strong><span style="color: #999999;">Setor de tratamento de superfície quer criar, este ano, selo de qualidade que mostra quais empresas e produtos atendem às normas e respeitam o meio ambiente</span></strong></p>
<p align="left">A Prodec, uma das quatro maiores empresas de tratamento de superfície do país, também tem seis novas cores de anodizado – como verde, inox, iridium e titanium. O sistema de obtenção segue a mesma lógica de microgenia dos poros da camada anódica, mas empresas têm diferentes controles de processos, segredos industriais e, claro, resultados.</p>
<p align="left">Para fins arquitetônicos, a escolha pelo colorido ainda não é tão simples. Primeiro porque, numa escala simplista de custos entre os tratamentos disponíveis hoje, o anodizado colorido toma o topo da cadeia. “A precificação acompanha a lógica da sofisticação e embute não apenas toda a tecnologia, mas também o conhecimento e o conceito que o produto carrega”, analisa Graciolli. Colorir perfis com cores exclusivas pode custar até seis vezes mais do que uma anodização simples.</p>
<p align="left">A anodização pode ser acompanhada de vários efeitos estéticos, como o jateado, escovado, lixado ou polido – todos esses realizados antes do início do processo de anodização, em máquinas ou, em algumas empresas, em processos manuais, como no polimento.</p>
<p align="left">O jateamento, feito com bombardeamento de microesferas de aço, dá um aspecto aveludado fosco. Como a preferência nacional, no caso da indústria moveleira, é um efeito leve, o jateamento não esconde eventuais marcas de extrusão. “Às vezes, ele pode até revelar mais as marcas em vez de suavizá-las. Já o escovado e o polido conseguem minimizar os defeitos de extrusão”, explica Graciolli. Outra possibilidade é o fosqueamento ácido, acabamento com resultado próximo à homogeneidade do jateado, produzido em um banho.</p>
<table border="0" width="250" cellspacing="0" cellpadding="5" align="left">
<tbody>
<tr>
<td width="250"><img title="divulgação/VM-CBA" src="http://www.revistaaluminio.com.br/recicla-inovacao/28/imagens/i292409.jpg" alt="divulgação/VM-CBA" width="250" height="188" name="[i292409]" /></td>
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<td><span style="font-size: xx-small;">Nova planta da VM -CBA: área enclausurada preserva qualidade da pintura</span></td>
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</tbody>
</table>
<p align="left"><strong><span style="color: #999999;">Pintura </span></strong><br />
Quando o assunto é pintura, o branco brilhante reina absoluto: a cor corresponde a cerca de 85% do mercado de pintura, segundo estimativas de profissionais do setor. Uma das explicações para essa hegemonia estaria na praticidade do branco. “Os arquitetos dizem que branco combina com tudo”, conta Antônio Magalhães de Almeida, técnico da Prodec. “Há muitos profissionais que são muito seguros para ousar nas cores. Outros ainda estão amadurecendo esse olhar e preferem não arriscar”, avalia Graciolli, da VM-CBA.</p>
<p align="left">Já Simoceli, da Olga Color, acredita que se dependesse apenas dos arquitetos, o país já seria mais colorido. “Nós aqui temos cerca de 250 cores. Os arquitetos visitam e adoram, as construtoras é que barram, pelo custo. A imitação de madeira, por exemplo, temos há 15 anos, mas agora é que está pegando”, diz. Segundo Simocelli, da pintura branca à mais sofisticada, o tratamento pode custar até seis vezes mais.</p>
<p align="left">A Prodec também trabalha com cinco tons de madeira, com diferentes veias, e produzidos com sistema de transfer. Nele, peças já pintadas em cor similar à madeira são ensacadas a vácuo em uma película plástica que contém tintas imitando as ranhuras da madeira; ao expor peças ao forno, a tinta é transferida para o perfil. “Residências de alto padrão estão aceitando muito bem essa nova proposta, especialmente no litoral”, diz Magalhães, da Prodec.</p>
<p align="center"><img title="" src="http://www.revistaaluminio.com.br/recicla-inovacao/28/imagens/i292412.jpg" alt="" width="590" height="468" name="[i292412]" /></p>
<p align="left">A VM-CBA trabalha agora também com cores especiais na pintura: um catálogo de 176 opções da espanhola Adapta, exclusivas no Brasil, inspiradas em diferentes cenários da natureza, como o estelar ou o vulcânico, além de outras da holandesa AkzoNobel e da americana Valspar. O resultado são cores com texturas, grânulos, com efeitos de pigmentação dupla ou mesmo ultrafoscas.</p>
<p align="left">Convencional ou com pigmentos luxuosos, a boa pintura é a que tem um bem-controlado pré-tratamento, seguindo as regras da NBR 14125. É ele que garante aderência da tinta ao perfil ao criar, em um banho químico, uma camada de menos de um mícron, de fosfato crômico ou óxido de cromo (ou de produtos novos, livres de cromo), que dá ancoragem à tinta. “Com o pré-tratamento correto, ainda que haja microfissuras, não há oxidação. Sem isso, a umidade é capaz de penetrar, o alumínio oxida por baixo da película de tinta, que se solta depois de cerca de dois anos”, diz Magalhães, da Prodec.</p>
<p align="left">Além de revelar um pré-tratamento malfeito, irregular, o desplacamento pode ter sérias consequências. “Nos casos em que o vidro é colado diretamente no perfil da esquadria, com silicone, se a pintura não for feita com pré-tratamento correto, o vidro pode destacar e cair”, conta Graciolli, da VM-CBA.</p>
<p align="left">Por isso, nas obras comerciais, de fachada, há quem defenda a obrigatoriedade do uso do anodizado. “Nesse tipo de obra, a anodização é necessariamente escolhida, por uma razão técnica, já que os vidros são colados nos perfis e a anodização traz mais resistência mecânica”, diz André Colletti, gerente de marketing de extrusão da Alcoa América Latina e Caribe.</p>
<p align="left">Após o pré-tratamento, as peças vão para a pintura eletrostática propriamente. Pistolas ou discos, dependendo do sistema fabril, pulverizam a tinta em pó, que sai eletrizada pelo disparador e é atraída para a peça em proporções uniformes, já que o perfil, por sua vez, está aterrado, com carga contrária à da tinta.</p>
<p align="left">Na nova planta da VM-CBA, além de haver duas cabines, o que permite que haja troca sequencial de cores da pintura, com sete minutos de intervalo, uma curiosidade: toda a pintura acontece em uma em área enclausurada, em que foi implantada tecnologia semelhante à que há na mais recente fábrica da Audi para pintura de carrocerias. O sistema de climatização filtra e purifica o ar que é injetado na cabine por dutos, gerando uma pressão positiva que cria uma barreira mecânica de entrada de poeira, para que essa não se misture à tinta depositada nos perfis. Soma-se a isso um forno infravermelho que faz a pré-fusão do poliéster, para que, ao chegar na cura, diante da turbulência de ar, partículas da tinta em pó não se desprendam, sujando o forno que receberá peças de cores variadas.</p>
<p align="left">Depois da polimerização (a fusão da tinta), a peça esfria e já está pronta. Diz a norma que a pintura deve ter espessura mínima de 60 microns. Em razão de a camada de poliéster ser bem mais espessa que proteção da anodização, a pintura tem a vantagem de esconder mais os defeitos de extrusão.</p>
<p align="left">Por outro lado, não deixa ver o alumínio o que, para determinado perfil de consumidor, é uma desvantagem. “Pintado, você não tem certeza de que material o perfil é feito. No anodizado, não resta dúvida de que é alumínio. E muita gente escolhe o anodizado porque quer ver o alumínio, que traz um ar de sofisticação”, diz Claudio Martins, da Anobril.</p>
<p align="left"><strong><span style="color: #999999;">Certificação </span></strong><br />
Apesar de o tratamento de superfícies já contar com mais normas técnicas que qualquer outra área do alumínio, o setor hoje busca uma forma de mostrar ao mercado quem são as empresas que, de fato, seguem a regulamentação e oferecem produtos corretos. Para isso, a comissão técnica da Associação Brasileira de Tratamento de Superfícies (ABTS) hoje procura criar o Selo de Qualidade de Tratamento de Superfícies. “A ideia é alinhar as empresas no nível de qualidade aceitável, para que não haja mais alguém não atendendo às normas, oferecendo camadas anódicas incorretas ou um pré-tratamento ruim e não tratando seus resíduos industriais”, diz Adeval Meneghesso, coordenador da comissão.</p>
<p align="left">Para equalizar procedimentos e inibir a atuação de quem não segue a norma, a comissão da entidade vai contratar um laboratório acreditado pelo Inmetro, que emitirá um laudo sobre os processos e serviços, por meio de auditoria na empresa, análise de amostras recolhidas e de como faz o tratamento de resíduos. “A mentalidade do empresário, na maioria dos casos, é ainda de que o tratamento de resíduos representa apenas custo, quando, na verdade, deve ser visto como parte do processo de produção. E quem se ele se adequa, certamente ganha mercado”, diz Meneghesso.</p>
<p align="left">Com a criação do selo, esperada ainda para este ano, a comissão espera que as contratantes, ao escolher a empresa de tratamento, comecem a exigir essa certificação. “Nos EUA, o selo não é compulsório ou obrigatório, mas o cliente regula o mercado, porque não compra sem o selo. Iniciativas assim estimulam que o empresário amadureça”, diz Graciolli, que também coordena o comitê técnico de tratamento de superfície de alumínio da Associação Brasileira do Alumínio (Abal).</p>
<p align="left">Com o selo e mais informações à disposição, não faltará estímulo para que essa compra seja, cada vez mais, pautada em qualidade.</p>
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